HOMOCISTEÍNA
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R$ 18,47
* Valores e formas de pagamento variam conforme o laboratório escolhido.
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Informações da coleta
Prazo do resultado
2 dias úteis
Material coletado
SORO
Método de coleta
Segunda a sábado
Instruções de preparo
Jejum: Aconselhável de 4 horas. (HOC)
HOMOCISTEÍNA
O exame de homocisteína é um teste laboratorial que mede os níveis desse aminoácido no sangue.
O que é o exame de homocisteína?
O exame de homocisteína é um teste laboratorial que mede os níveis desse aminoácido no sangue. A homocisteína é produzida durante o metabolismo da metionina, um aminoácido essencial obtido através da dieta. Níveis elevados de homocisteína, condição conhecida como hiper-homocisteinemia, estão associados a um maior risco de doenças cardiovasculares, neurológicas e distúrbios genéticos como a homocistinúria.
Para que serve o exame de homocisteína?
O exame de homocisteína é utilizado para avaliar o risco de doenças cardiovasculares, como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral, uma vez que níveis elevados desse aminoácido podem danificar as paredes arteriais e promover a formação de coágulos. Além disso, o teste auxilia na identificação de deficiências nutricionais, especialmente das vitaminas B6, B12 e ácido fólico, que são cofatores essenciais no metabolismo da homocisteína. O exame também é importante no diagnóstico de distúrbios genéticos raros, como a homocistinúria, e pode ser utilizado para monitorar o tratamento de pacientes com essas condições.
Quando fazer o exame homocisteína?
A dosagem de homocisteína é recomendada em diversas situações clínicas. É indicada para pacientes com histórico familiar de doenças cardiovasculares precoces, indivíduos com deficiências de vitaminas do complexo B, pessoas com sintomas neurológicos inexplicados ou sinais de distúrbios vasculares. O exame também é solicitado para investigar causas de trombose recorrente e em casos suspeitos de homocistinúria, especialmente em crianças com atraso no desenvolvimento ou outras manifestações clínicas sugestivas.
O que é homocistinúria?
A homocistinúria é uma doença genética rara causada por uma deficiência na enzima cistationina beta-sintase, responsável por metabolizar a homocisteína. Essa deficiência leva ao acúmulo de homocisteína e metionina no organismo, resultando em uma variedade de manifestações clínicas que afetam múltiplos sistemas, incluindo o sistema nervoso, esquelético, ocular e vascular. A homocistinúria é geralmente detectada na infância, mas em alguns casos pode ser diagnosticada mais tarde.
Sintomas relacionados à homocistinúria
- Atraso no desenvolvimento motor e cognitivo;
- Deficiência intelectual;
- Ectopia lentis (deslocamento do cristalino ocular);
- Miopia severa;
- Osteoporose e deformidades ósseas;
- Tendência a formar coágulos sanguíneos (trombose);
- Esquelética: estatura alta e magra, escoliose, tórax em forma anormal;
- Convulsões e distúrbios psiquiátricos;
- Doenças vasculares precoces, como acidente vascular cerebral.
É necessário algum preparo antes do exame?
Sim. Recomenda-se jejum de 8 horas antes da coleta.
Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904), especializada em bacteriologia clínica. Atualizado em julho de 2025.
Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana | CRM-SP 112181
Especialista em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial
Perguntas frequentes
Níveis elevados podem estar relacionados a deficiências das vitaminas B6, B12 e ácido fólico, uso de certos medicamentos, doenças renais crônicas, distúrbios genéticos (como a homocistinúria) ou má alimentação.
Sim. O tratamento geralmente envolve suplementação de vitaminas B6, B12 e ácido fólico, além de ajustes na dieta. Em casos genéticos, o tratamento pode ser mais específico e acompanhado por equipe médica especializada.
Não. Ele é um exame complementar. Pode indicar risco cardiovascular aumentado, mas não substitui exames como colesterol, eletrocardiograma ou teste ergométrico.
Embora os valores de referência possam variar entre laboratórios, geralmente níveis abaixo de 15 µmol/L são considerados normais. Acima disso, é considerado risco leve, moderado ou alto, conforme a elevação.
Não necessariamente. Em muitos casos, níveis elevados refletem apenas uma deficiência nutricional ou um fator de risco cardiovascular. No entanto, valores persistentemente altos devem ser investigados, especialmente se houver histórico familiar ou sintomas associados.
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